Tinha que ser o Chaves

Ô meu, o evento CH já foi!

Dezembro 23, 2009 · Deixe um comentário

Pra quem não sabe, no último dia 18 eu perdi o meu computador pela última vez – embora sem perda de dados, porquê o que pifou mesmo foram outras partes do hardware.
Escrevo estas palavras de um outro computador, desta vez zero bala – mas, em compensação, um Fiat 147 Positivo. E comprar outro computador não é tudo: é necessária a instalação de alguns softwares para edição de sites e para a publicação destes. Essa instalação demora algum tempo, coisa que eu não posso ter ultimamente, pois estou no meio de trabalhos importantes que estão me deixando loooou-cô, como diria o Quico nessas horas.

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Insurgentes, semáforos, e outros plurais

Dezembro 10, 2009 · Deixe um comentário

Em uma das aulas, na versão original, o professor Girafales pergunta: Qual foi o principal adversário dos insurgentes? Nhonho responde: Os semáforos!

Bem, desde 2005, não é mais. A Insurgentes é uma das principais avenidas da Cidade do México, onde foi implantado um sistema de transporte coletivo, o Metrobús… baseado no Ligeirinho de Curitiba. Que, a princípio, parece ter resolvido alguns problemas de trânsito. O Metrobús foi adotado por custar menos do que o metrô (“O Metro, que tem o tamanho de um trem!”) – e olha que o metrô mexicano é um dos maiores do mundo, mesmo tendo começado a ser construído na mesma época que o metrô de São Paulo – cidade que, a princípio, não tem terremotos.
Olhando o mapa atual, com 11 linhas – e a 12 vem aí, dá pra ter uma ideia.
(Santa Internet, Batman: compare com o nosso, que tem o jabaculê de que metade das linhas daqui são de trem - “TÊ, ERRE, Ê, I, EIM, TREM!!” – e pelo menos duas das novas linhas vão ser de outro tipo de transporte, como monotrilhos.)

Se bem que, custar menos, sei lá, o bilhete de metrô é 2 pesos, e o de Metrobús, 15!… Deve ser bão pra caramba esse Metrobús, hein?

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Adivinha quem está chegando aí de nuevo?

Novembro 24, 2009 · Deixe um comentário

Ele mesmo, o evento CH no Chilango! Dia 12/12, Vamos ao Chilango com o Polegar Vermelho?… Não, não é pra você pintar o dedo e… Ah, vocês entenderam!
Nesta edição, abordando os mega-fâquim-desgraçêiteds Episódios Perdidos! E fazendo um encontro oficial do movimento Volta Perdidos CH. E se tudo der certo, pela primeira vez em um evento CH, Mr. Osmire Fields!
Que foi o primeiro dublador CH que eu soube quem era. Em 1992 ele falou ao Fantástico sobre um episódio meio chato envolvendo dívidas trabalhistas. Bem, 1992, lote de 92, reconheci a voz na hora. Ainda mais por ter assistido aos filmes Jabberwocky e A Vida de Brian, exibidos naquele ano e dublados pela Marshmallow, com muitos dos dubladores das séries CH, e neste último, Osmiro é o apresentador [pessoa que diz o título do filme, "versão brasileira fulano de tal", etc.]. E phinalmente, se Deus quiser, le Professeur Girafales, Lucas, Shory e outros personagens, entre nós!!

Ah, além disso, o inesperado e inacreditível encontro de duas chicas, digo, de duas Chiquinhas! Sandra Marah (a da dublagem clássica, Programa Chespirito da CNT e Maria Antonieta em Sueños y Caramelos) e Cecília Lemes (lotes de 1988 e 1992 do clássico, Clube do Chaves e Maria Antonieta em todos os episódios de Chapolin que não foram cancelados) estarão cara a cara (sem Marília GabriHerpes) pra você phinalmente aprender e perceber a diferença – eu sei quem é quem, mas tem gente que não consegue distinguir.  É o conphronto do “A-B-C-D-E-ZZZ” contra o “Uéé uéé uéé”!

Más uma promocción do inenarrável Fã-Clube-Chespirito-Brasil!
Mais informaçãs aqui!

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Quem gosta das velhas é o SBT

Novembro 17, 2009 · 2 Comentários

Agora  no SBT está passando o famoso episódio onde Chaves e Quico aprendem a tocar violão e ficam cantando “Quero ver, outra vez, seus olhinhos de noite serena” – versos que até quem não é fã da série já conhece.
Só que eu não sabia que esse episódio também foi dublado duas vezes.

Houveram alguns casos de episódios que infelizmente foram re-enviados para dublagem em 1998 e 1992. Uns poucos quando Sandra Marah foi pra Itália e foi substituída por Cecília Lemes, e outros por, sei lá, erros ou desorganização mesmo. Houve, inclusive, um episódio que foi dublado TRÊS vezes. Perda de tempo total. Se nada fosse repetido, acho que teríamos mais uns 15 episódios inéditos de Chaves dublados por Marcelo Gastaldi – a voz “clássica” de Chaves – e equipe.

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2009: Eres não estão mais tão ferizes

Outubro 14, 2009 · 1 Comentário

Tentando agitar um pouco o menos visitado dos meus blogs, voltando no assunto que pra mim mais rendeu. E que, possivelmente, merecia até um blog só pra isso… mas aí falta assunto para tanto, afinal só vi um Shin Chan por aí, um Ranma de vez em quando, DBZ quando mudo de canal e está na TV Globinho , não sou um gerador de assunto pra isso, ao contrário do tema desenhos e personagens, abordado no blog Personagens & Cia.

Escrevi em 2007, se não me phalha a memória, um post chamado Eres São Ferizes. Era um olhar de um fã de séries CH para o mega-organizado, gigantesco e pontocom mundo dos fãs de Anime e Mangá, os otakus e otomes – assumidos ou que rejeitem esse título.

E em 2009, alguns motivos para a ‘fericidade’ estão meio mais pra lá do que pra cá. O Cosplay Brasil sofreu diversos baques e está se desphazendo a olhos vistos, e do portal legal que era, tornou-se um simples fórum. Não tiram mais fotos em eventos. That’s a feather. Procurando pelos concorrentes, descubro que o Otaku Riders sucumbiu. O único que está na contramão dessa tendência é o Cosplayers.net, que vendeu a almdigo, se associou à MTV e está em plena atividade. Interessante, a MTV pagando de boazinha, agora?…
E outra iniciativa Dharma, digo, da Yamato (o CB começou como um site dessa empresa), também está meio baqueada, o OhaYo! parou de postar notícias – uma das últimas foi a compra da Marvel pela Disney. Mãns este jura que vai voltar!

Enfim, não é um panorama muito inspirador, mas, estou trabalhando ainda no Tinha que ser o Chaves, que passará a ser em tableless design e com um menu flutuante, que será o mesmo em todas as páginas, facilitando a navegação no site. Só que são MUITAS páginas as do T!, por isso a trabalheira do caramba.
Mas coisas importantes já foram escritas. Por exemplo, antigamente dava a impressão que o primeiro trabalho de Marcelo Gastaldi foi dublar o médico que disse à sua mãe: “Parabéns, é um menino!”…  Calmaê. Agora sabemos que Gastaldi começou a ser dublador aos 15 anos de idade, na AIC São Paulo – que, entre outras peculiaridades, tinha vários estúdios simultâneos, um tradutor genial chamado Hélio Porto, e chegava a funcionar 24 horas por dia, haviam dubladores que passavam a morar nas casas vizinhas do imóvel na rua Tibério só pra trabalhar lá.
(Porca la miséria, peguei ônibus durante 8 meses naquele bairro, e o ônibus vira à esquerda pra uma praça, antes de passar na frente da BKS…)
[EDIT: Isso daria uma bela de uma história, mas o ônibus passa na rua Crasso, não na rua Tibério, antes de virar na praça Cornélia. Bom, pelo menos já sei que ônibus pegar caso algum dia eu seja ator profissional.]
Houve até o caso de um programa que foi dublado 2 horas antes de ir ao ar… Mas foi na AIC que Gastaldi adquiriu sua extrema habilidade de pegar as coisas logo de cara – e isso fazendo aquela dublagem ‘coletiva’ como a Herbert Richers fazia até os anos 90, como é reproduzida no filme Dias Melhores Virão.

Também precisamos reescrever à respeito dos boxes da Amazonas Filmes, um projeto que acaba de ser concluído, com o lançamento do Box 8. Uma coisa que já está escrita é um “quem é quem” melhor dos dubladores não-clássicos das séries, uma tarepha pela qual agradeço desde já a TV Capricórnio, que me deu umas dicas bacanas de quem eram alguns deles.

Queria muito fazer um site ponto com, como todos esses aí fizeram, mas se algum dia isso acontecer, é provável que o carro-chefe do site seja outro dos meus projetos, desses que você já conhece. E por estas bandas latino-americanas, bola pra friente, Brahill!… Ou melhor, ボラプラフレンテ、ブラジル!

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Às vezes eles voltam! TV Capricórnio

Outubro 1, 2009 · 1 Comentário

A TV Capricórnio está ensaiando uma volta, e estamos dando uma phorça pro pessoal. Assista: http://www.tvcapricornio.com.br.
Além de, por enquanto, 1 programa atual, veja as edições antigas de Versão Brasileira, com vários dubladores que o pessoal que curte o trabalho deles sempre quis conhecer, e Papo com o Machado – incluindo uma entrevista DUCA com Adriel de Almeida, que fazia o Jaspion naqueles shows ao vivo (Nelson Machado escreveu o roteiro do primeiro deles!) E, de curiosidade, alguns curta-metragens (sérios, mas interessantes) e videoclipes produzidos pela TV Capricórnio.
Então, veeeja! http://www.tvcapricornio.com.br.

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Detalhes do Chaves…

Julho 30, 2009 · Deixe um comentário

Primeiro aqui no blog, direto de um computador secundário, porquê nosso computador principal está com os rins que nem os do Seu Madruga.
- Em 1975, Chiquinha sabia cozinhar frangos – e o que é pior, in natura e vivos!! Já em 1979 o máximo de culinária que ela sabia era ferver o leite…
- E no atualmente sem-tela Chapolin Colorado, no episódio “O Mistério do Morto que Morreu” as velas do caixão usado no episódio aparecem, ora acesas, ora apagadas, sem explicação.
Vela é uma coisa desgraçada pra televisão: assim como cigarros, elas podem funcionar como um cronômetro, denunciando que cenas foram gravadas antes ou depois de outras, assim como em um episódio dos Simpsons onde Homer vem se defender, em um talk show, de uma acusação de assédio sexual. O talk show edita e distorce completamente a fala de Homer, mas a maneira que a série mostra isso é de chorar de rir, o apresentador é “atacado” por uma imagem em pause de Homer, e pra deixar isso bem claro, há um relógio atrás de Homer que denuncia as edições em sua fala.

Estava em progresso uma conversão do site Tinha que ser o Chaves para tableless design, mas o processo foi bruscamente interrompido ontem, quando uma falha de causas ainda desconhecidas (desconfio de oscilações de energia elétrica durante a hibernação do computador) corrompeu o diretório system do Windows, fazendo o computador não ter mais nem mesmo o modo de segurança.
Já já tentaremos restaurar o Windows – original, diga-se de passagem, e espero que dê certo, porquê o computador já foi reformatado 5 vezes desde 2003, e não gostaria de fazer isso mais uma vez com os mesmos HDs.

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Adiós frames qüeridos no los veré rramás

Julho 27, 2009 · Deixe um comentário

A home do Portal Igor C. Barros e os hotsites Zicky Zira e The Nampsons – ambos clamando por reformulações e novos desenhos urgente – já estão completamente sem frames e tabelas, usando design CSS. Por enquanto, na forma mais simples, sem o posicionamento de imagens. Os Esta imagem foi desenhada em 1999, antes mesmo do site existir, para uma tentativa de desenho animado. Tudo desenhado com... MOUSE!Nampsons ainda tinham frames, mas já não tem mais. (Só faltam imagens novas, vetorizadas, sei lá, tem uma imagem de 1999, de quando o mundo era mais feliz, mas eu era um desenhista podre!)

Uma coisa que eu achei SENSACIONAL no CSS é que a parte do conteúdo não estica o menu – isso acontecia direto quando eu tentava fazer sites sem frames, mas com tabelas (como é o site Igor C. Barros Cartoons, que teve vários menus arregaçados…)

É claro que o que todos aguardam e esperam é a conversão de Tinha que ser o Chaves. E é aí que a porca torce o rabo. (Que porca? A… a sua!) Afinal, são pelo menos 5 vezes mais páginas, algumas com visual ultrapassado e com sérios problemas de formatação (é tag /font espalhada em tudo quanto é lugar, em outras é /span isso, /span aquilo) – algumas páginas foram criadas pelo FrontPage Express, que, sei lá, faz HTMLs muito poluídos.
O processo vai ser bem mais demorado, mas se tudo der certo, o Tinha que ser o Chaves, além de ficar ducca, vai ser um dos poucos sites CH ativos da atualidade. Mesmo porquê, algumas seções “páram” em 2003, e precisam ser DEVERAS atualizadas. Então, aguardem e confiem.
O site da Televisão Salt Cover ainda tem tabelas. Em breve ele também será substituído por outra coisa que eu estava desenvolvendo, com um visual parecido com isso aqui. Quem sabe?…

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No frames, no games

Julho 12, 2009 · Deixe um comentário

Antes de mais nada, este post também é um pequeno teste. Os posts que eu escrevo com qualquer palavra em inglês no título vive chegando spam  nos comentários.
Mas a notícia é que, em breve, vem aí a versão tableless design de Tinha que ser o Chaves e outros os sites correlatos. Eu também não acreditava que isso fosse possível, mas assim é.
Entre outras vantagens, os sites ficarão mais leves e se adaptarão melhor a diferentes resoluções de tela.

E eu sei que são duas tribos completamente diferentes, mas vai aqui mesmo: ao pessoal que acessa o Igor C. Barros Cartoons, a vontade que eu tenho é de trocar 100% dos desenhos que tem lá, tem muita coisa ultrapassada, o visual dos personagens hoje em dia está muito melhor, e hoje em dia, com o Inkscape, é possível vetorizar e colorizar os desenhos mais fácil e rápido.

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E agora, para agitar o menos visto dos meus blogs, Máicou! Ááááau!!

Julho 11, 2009 · Deixe um comentário

Bom, todo mundo já sabe que um dos artistas mais famosos de todos os tempos já Elvis, digo, já Michael.

E alguns podres à respeito do caçulinha dos Jacksons Five estão se desfazendo. O garoto do primeiro processo e agora, o jornalista Martin Bashir, estariam meio que retirando o que disseram (preciso pesquisar mais sobre o assunto, mas um vídeo com Bashir já está no YouTube).

E outros estão sendo bem resolvidos: MJ ficou “branco” não por ter feito um tratamento para isso, mas sim porquê seu vitiligo se alastrou de tal forma que, se ele tivesse que usar uma maquiagem de seu tom original de pele, teria que ser maquiagem demais. Então ele passou a usar maquiagem com a cor do tom das áreas afetadas pelo vitiligo. E na época, MJ já tinha fãs ardorosos, até hoje me lembro de um fala povo no Fantástico na época de “Bad”, que um cara disse:” seria fã do Michael mesmo se ele fosse verde” – talvez como o Jolly Green Giant, mascote de publicidade, que MJ tinha uma estátua dele em Neverland, segundo Bashir mostrou em seu documentário.

O phato é que nesse angu, querido telespectouvinte, há caróços.  Uma lista com 50 deles pode ser vista aqui.

Entre os mais convincentes estão a ausência do presidente Obama no funeral (que era fã de MJ e tinha músicas dele em seu IPod), o fato de que Paris Michael foi “convencida” a falar, e o não cadastramento de jornalistas para o phuneral  (o que fez os bastidores do show do Staples Center serem um mistério – se jornalistas haviam, eles faziam parte do público).
Fora um outro fato: as mãos de MJ estavam meio estranhas na última conferência de imprensa, e não era aquele lance de mãos inchadas. Nota-se que até são mãos do mesmo “tipo” – MJ tem dedos curtos (que nem eu, por isso ele também era um cartunista até que razoável, como se vê no encarte de Thriller), mas as linhas na palma das mãos são diferentes e… sei lá, ele já não sabia tocar violão antes? Um dedo está meio torto… Desconfia-se que aquele seria um sósia oficial de MJ. Assim como haveriam os de Saddam Hussein, por exemplo, com precisão semelhante.

Este era o clima no dia em que MJ foi pro hospital! O TMZ batia o martelo, e a CNN ficava em dúvida, e por aí vai.O caos da imagem acima, de quando MJ foi pro hospital, parece ainda estar entre nós.

Uma das pulgas atrás das nossas orelhas são os parentes, irmãos e pais de Michael quase sem chorar, naquela cerimônia.
Aí vai da individualidade de cada um, quem sabe. E posso dizer de experiência própria:
Meu pai morreu quando eu tinha 18 anos, e eu me lembro que não chorei na ocasião – até ri, de nervoso, no carro do chefe dele, que deve ter ficado desconcertado com isso. Foi em 1995, não tinhamos um relacionamento fácil, mas estávamos nos dando bem na época.
Dias depois, compramos o nosso primeiro computador com Windows, um 486SX. Isso já estava planejado antes dessa fatalidade. Só que fomos mal atendidos, o computador foi montado errado pela loja, a ponto de sequer o MOUSE funcionar – algo que sequer está previsto no manual do Windows 3.1.
Já tinhamos chegado de outro revés – em 1994 compramos o sistema operacional OS/2 Warp, que foi um desastre, não conseguia fazer nada no nosso véio 286, que não rodava ainda o Windows 3.11.
E foi aí que eu chorei de verdade… e duas vezes: daquele computador caríssimo que não funcionava, e de vergonha de mim mesmo, por estar chorando por causa de um computador, que achava que seria o último computador da minha vida – que bobagem, se eu soubesse que hoje em dia tem criança com desktop e notebook, e irmãos com um pra cada um…

E aí, Michael? Esteja onde estiver, não perca o próximo programa da Rádio Salt Cover, que será em vossa homenagem, cara!

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