Tinha que ser o Chaves

A vida imita as séries CH. Ou quase…

fevereiro 1, 2010 · Deixe um comentário

A história apareceu no Fantástico e no RJTV (veja aqui). Um traficante apontado como chefe do tráfico na Rocinha tentou forjar a própria morte, com um documento falso e um enterro – sabe-se lá de quem já estava sendo preparado. O motivo seriam planos da polícia de implantar na Rocinha mais uma Unidade de Polícia Pacificadora, e expulsar os traficantes de lá. Trata-se de uma proposta de policiamento mais próximo da comunidade, mais presente e preenchendo lacunas então ocupadas pelo tráfico – com direito a cursos profissionalizantes. Onde as UPPs chegam, os traficantes acabam saindo por não terem lá muita opção.
O comentarista do RJTV diz que é a primeira vez que ouve falar de um criminoso tentando se fazer de morto – normalmente tentativas como essas são feitas para dar golpes em seguro de vida.

Bem, como a gente sabe, Tripa Seca, em um episódio do saudoso Chapolin, tenta fazer o mesmo – e mais de uma vez! No episódio “O Mistério do Morto que Morreu” e no episódio engavetado, exibido em 2007, do boneco de cera.

Encerramos este texto com uma boa notícia. O site Tinha que ser o Chaves já está em condições de ser editado e atualizado. Estamos aguardando informações a respeito de outros sites como o Igor C. Barros Cartoons, que vocês nem fazem questão de saber que existem…

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Cadê você, seu energúmeno hijo de la madre?

janeiro 28, 2010 · Deixe um comentário

Ladies and gentlemen. SE EU NÃO PERDI O SITE, peço só um pouco de paciência A MAIS além de toda aquela que vocês já estavam tendo!

Desde janeiro de 2010 estou de computador novo – o que não é necessariamente uma boa notícia. Esse computador, Positivo, é lacrado. Isto é: eu não posso sair abrindo ele e instalando os HDs antigos – mesmo porquê, só cabe mais um. E nem sabemos se esse mais um é IDE !
O computador antigo deu pau no processador, depois de uma atribulada trajetória que vinha desde 2003, e depois de 6 reinstalações do Windows. Ah: pode até parecer, mas eu não comprei computador novo antes porquê eu não podia mesmo!

Para resgatar os dados dos HDs antigos, entre os quais estava a versão tableless do Tinha que ser o Chaves, eu precisaria comprar um gabinete de hard disk, um acessório que você monta com um HD dentro e faz ele virar um HD portátil, ligando na USB – USB 2.0, aliás, finalmente.
O gabinete não é caro – cerca de 60 reais. O incrível, absurdo e inusitado dessa situação é que por uma sequência de casualidades totalmente prosaicas, Ridículas (com R maiúsculo) e profundamente pessoais, há mais de 1 mês estou esperando a oportunidade de sair de casa e comprar esse troço. Não posso explicar melhor porquê aí eu iria expor a minha vida pessoal – mais do que eu já faço. Mas é revoltante, porquê era pra eu ter comprado isso na última semana de dezembro e vocês nem perceberem nada.

Já tenho condições de criar sites… mas a partir do zero, e subir eles para prováveis hospedadores para os quais eu quiser me inscrever a partir de agora, e não é essa a minha intenção! Quero atualizar o Tinha que ser o Chaves e o desacreditado Igor C. Barros Cartoons (que foi divulgado até pelo Nelson Machado, na TV Capricórnio! Pensei que ele ia divulgar o T!…)

Tem uma única notícia boa no meio disso tudo. O computador novo é um PCTV, e com isso, volta a ser possível a captura de imagens da série – mesmo em VHS – que era um dos pontos fortes do Tinha que ser o Chaves. Iria postar imagens de um episódio que está sendo exibido AGORA pelo SBT para vocês acreditarem em mim (a minha credibilidade não é das melhores, eu sei), mas a WordPress, estranhamente, está dando erro. WordPress, cês já foram melhores nisso…

Portanto, era o que queríamos-lhes dizer-lhes. Qualquer novidade bombástica, ou frases que não tem nada a ver, você pode acompanhar pelo Twitter www.twitter.com/igorcbarros.

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Fomos no Chilango com o Polegar Vermelho em 2009. Vej… digo, por enquanto, leia o que rolou.

janeiro 1, 2010 · Deixe um comentário

Cheguei as 10 da manhã, todo parapetado com os equipamentos de som. Um dos microfones que foi usado no evento “ERA MÊ-Ô!”, o mesmo da Rádio Salt Cover. Ainda bem que eu trouxe, senão só ia ter um…
Por pouco não perco o humor com a trilha sonora desses momentos até o meio dia: a rádio Nativa FM, com sertanejo e pagode. Eu até curto um ou dois de cada, mas é tudo coisa que eu não conheço, e com uma estranha preferência por shows ao vivo onde a galera canta metade da música ou mais no lugar dos cantores. Mas este post é sobre eventos CH, cáspita!  A galera demora um pouco pra aparecer, mas aos poucos já vão surgindo os convidados e os cosplayers que fazem parte do Fã-Clube Chespirito Brasil, como Frazão, Manfredini e seus blue caps.

Episódios passam no telão. De poprósito, nenhum deles “normal” no SBT, a não ser as partes que são exibidas do Alfaiate Valente do Chapolin. Só que só lá vimos a terceira parte. E tudo coalhado de músicas, que… pô, podiam ser legendadas, pelo menos, assim como as daqueles seriados da Disney, quando eles eram no SBT. Mas não são ruins, não, nessa o Chespirito mandou bem.

A imprensa esteve lá! O UOL tirou fotos, inclusive em plena rua (queria eu ter essa cara-de-pau pra fazer vídeos), o R7 também mandou representantes (me deu uns calos frios), o SBT Brasil esteve lá (aliás, gente phiníssima, até deixou uns fãs CH tirarem fotos com o microfone do SBT), mas quem PAROU O TRÂNSITO foi o trio parada dura do Pânico na TV: Sabrina, Alfinete e Zina.

Chaves, e brilha muito no SBT
Já havia notado a van da RedeTV! estacionada em uma rua próxima. Me perguntava quem estaria ali. Depois eu me lembrei que Zina parecia gostar muito das séries CH, ele já mandou salve pro Seu Madruga, sem ter nada a ver com a matéria.

Na verdade, Alfinete foi quem saiu antes de todo mundo, provavelmente para sondar o ambiente. Reconheci ele logo de cara – bom, com o seu novo personagem Cabritto Jr. isso não é difícil. Quem diria, logo ele que em 2008 era o grande mistério do Pânicast, do Universo Pânico, ali a poucos metros de nóis, ténica.
Foi demorando, mas eles começaram a gravar do outro lado da rua, já juntando uma multidão, boa parte dela saída do nosso evento. E eles começaram a se aproximar. Alfinete destacou a placa “En esta besida están proividos los hanimales y los niños chiquitos”. E não é que ele sabia para que servia essa placa?… Eu estava a menos de 1 metro deles, do lado de dentro, gravando com a nossa DCR-TRV110 vieja de guerra.
Eles entram. E o calor, e a multidão superaram de longe a primeira palestra de dubladores CH da história, em 2005, no colégio Maria Imaculada.

Seguranças, à serviço da RedeTV!, deixam a galera um pouco longe – talvez, para quem assista, o evento pareça meio “vazio”, sei lá, mas tinha A GALERA, uma mini-torcida do Flamengo , do outro lado. Pelo menos eles não se importaram com a minha gravação – também, tinha um monte de celulares fazendo o mesmo… Noto que eles gravam bem rápido as matérias! Na verdade, parece que Zina improvisa e Alfinete e Sabrina correm atrás, sei lá, é o que parece. Logo eles sobem ao segundo andar do Chilango e interagem com Frazão (Prof. Girafales Cover) e Manfredini (Chaves Cover).Quase flagro Zina jogando a “bola do Quico” no andar de baixo, felizmente era uma bola levíssima e só assustou pelo inesperado da situação.
Desço. Pouco tempo depois, Zina vai ao banheiro e passa por mim sem me perceber, apenas gritando: “Não quero falar com ninguém!” Noto alguns olhares surpresos. Eu, estranhamente, estava preparado para aquilo, porquê tinha em mente a matéria em que o programa prestou solidariedade ao Zina após ele ter sido preso, e sabia que Zina era mais ou menos assim. Mas eu tremi uns 2 graus na escala Richter nas bases, afinal o sujeito que disse isso era mais alto do que eu (sendo que 75% da população brasileira é mais baixa do que eu, ainda explicarei esse assunto).
A matéria acaba repentinamente. Nem percebi que eles tinham gravado um final. Talvez o calor (por causa da multidão) não tenha agradado ao mais famoso morador da Xurupita, mas o que eu mais desconfio é que Zina estivesse desconfortável por ter “pulado” um cigarro, que ele quase acendeu em pleno restaurante, com lei antifumo e tudo. Enfim, pareceu que tinha passado um furacão no evento. Depois que a poeira abaixa, Sabrina tira algumas fotos com os fãs, e Alfinete compra uma camiseta da Punch. O repórter do SBT Brasil ficou ligeiramente “avulso”, como eles dizem…
Assista, enfim, a matéria que foi exibida no Pânico na TV em 20 de dezembro. Eu apareço de relance, olhando pra baixo, no visor da cãmera. E percebo que gravei algumas cenas inéditas?!… Êita!

Um ponto extremamente positivo é que a matéria do Pãnico na TV abordou o fato, geralmente ignorado nas matérias SBTísticas, de que o SBT reprisa alguns poucos episódios, quando poderia estar exibindo muito mais deles, são os chamados episódios perdidos. Um dos mais lembrados, por exemplo, é o episódio no qual Quico engole um radinho de pilha. Não, você não está louco: quem está é o SBT, de manter isso engavetado.  Saiba tudo sobre este assunto em Volta Perdidos CH.

Energia que dá gosto.
Eu estava me acabando em suor, mas dois péquenos gárotos, que vieram de Peterete e Chómpiras não saiam dos personagens mas nem a pau. Esses aí vão ser grandes cosplayers no futuro… (E são fãs mesmo, porquê pra você ver esses personagens em ação, só em DVD, os episódios com eles são perdidaços!) Eu sou péssimo nisso, tem gravações que eu estou imitando vozes e a imitação se desfaz no meio. E eles imitavam muito bem os tapas que faziam Chómpiras inspirar um tal de Michael Jackson. Estes acabaram também aparecendo nas fotos do UOL.

E depois de muita espera, finalmente começa a palestra mais esperada, com os dubladores Gustavo Berriel (é de casa, mas esse dubla, e na Herbert Richers!), Cecília Lemes, Sandra Marah (as duas dubladoras da Chiquinha, pela primeira vez simultaneamente ao mesmo tempo, como provavelmente diria o Seu Madruga!), Osmiro Campos (dublador do Prof. Girafales e estreante total em eventos) e Silton Cardoso (o Godines). Infelizmente enfrento alguns problemas com a câmera e não faço as perguntas que gostaria de fazer. Mas parece que a galera se amarrou e recuperamos-nos completamente do furacão Zina.
Cumprimento Osmiro e Silton depois (até disse uma frase que talvez nem eles mais entendam: “Versão, Maga!”…) e, pena que não tive a cara de pau que teve um dos que pediram autógrafos, que gravou Cecília e Osmiro dizendo a enigmática frase “Qual é o poder de luta do Kakarotto?” (Mas eu por acaso descobri do que se trata, é um trecho de Dragon Ball Z onde há uma frase polêmica. A resposta desta frase em japonês, português, etc. é “Mais de oito mil!”, mas isso foi traduzido em inglês como “mais de nove mil”, em um curioso caso de versão americana. Veja aqui como a Desciclopédia trata o assunto.)
Ao contrário do primeiro Festival da Boa Vizinhança (em um distante 2005) eu não estava mais tão phaminto, mas cansado pra caramba. E, contrariando a tradição besta é a sirene da ambulância daqui de casa, estiquei a permanência, conversei um pouco mais com o pessoal do Fã-Clube. E, okay okay: Há uma expectativa a respeito de que haja um segundo Festival da Boa Vizinhança vindo aí.  Vamos torcer, como se fosse pra Copa. Este foi mais um evento CH. E que venham os próximos, com Pânico e tudo!

Ah, porquê este assunto só saiu agora? Estive trabalhando Zenon Barriga Y pesadamente todo este final de ano, incluindo o próximo dia 3 de janeiro. Escrevo este texto dia 1º de janeiro, porquê é feriado, se não fosse…

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Ô meu, o evento CH já foi!

dezembro 23, 2009 · Deixe um comentário

Pra quem não sabe, no último dia 18 eu perdi o meu computador pela última vez – embora sem perda de dados, porquê o que pifou mesmo foram outras partes do hardware.
Escrevo estas palavras de um outro computador, desta vez zero bala – mas, em compensação, um Fiat 147 Positivo. E comprar outro computador não é tudo: é necessária a instalação de alguns softwares para edição de sites e para a publicação destes. Essa instalação demora algum tempo, coisa que eu não posso ter ultimamente, pois estou no meio de trabalhos importantes que estão me deixando loooou-cô, como diria o Quico nessas horas.

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Insurgentes, semáforos, e outros plurais

dezembro 10, 2009 · Deixe um comentário

Em uma das aulas, na versão original, o professor Girafales pergunta: Qual foi o principal adversário dos insurgentes? Nhonho responde: Os semáforos!

Bem, desde 2005, não é mais. A Insurgentes é uma das principais avenidas da Cidade do México, onde foi implantado um sistema de transporte coletivo, o Metrobús… baseado no Ligeirinho de Curitiba. Que, a princípio, parece ter resolvido alguns problemas de trânsito. O Metrobús foi adotado por custar menos do que o metrô (“O Metro, que tem o tamanho de um trem!”) – e olha que o metrô mexicano é um dos maiores do mundo, mesmo tendo começado a ser construído na mesma época que o metrô de São Paulo – cidade que, a princípio, não tem terremotos.
Olhando o mapa atual, com 11 linhas – e a 12 vem aí, dá pra ter uma ideia.
(Santa Internet, Batman: compare com o nosso, que tem o jabaculê de que metade das linhas daqui são de trem - “TÊ, ERRE, Ê, I, EIM, TREM!!” – e pelo menos duas das novas linhas vão ser de outro tipo de transporte, como monotrilhos.)

Se bem que, custar menos, sei lá, o bilhete de metrô é 2 pesos, e o de Metrobús, 15!… Deve ser bão pra caramba esse Metrobús, hein?

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Adivinha quem está chegando aí de nuevo?

novembro 24, 2009 · Deixe um comentário

Ele mesmo, o evento CH no Chilango! Dia 12/12, Vamos ao Chilango com o Polegar Vermelho?… Não, não é pra você pintar o dedo e… Ah, vocês entenderam!
Nesta edição, abordando os mega-fâquim-desgraçêiteds Episódios Perdidos! E fazendo um encontro oficial do movimento Volta Perdidos CH. E se tudo der certo, pela primeira vez em um evento CH, Mr. Osmire Fields!
Que foi o primeiro dublador CH que eu soube quem era. Em 1992 ele falou ao Fantástico sobre um episódio meio chato envolvendo dívidas trabalhistas. Bem, 1992, lote de 92, reconheci a voz na hora. Ainda mais por ter assistido aos filmes Jabberwocky e A Vida de Brian, exibidos naquele ano e dublados pela Marshmallow, com muitos dos dubladores das séries CH, e neste último, Osmiro é o apresentador [pessoa que diz o título do filme, "versão brasileira fulano de tal", etc.]. E phinalmente, se Deus quiser, le Professeur Girafales, Lucas, Shory e outros personagens, entre nós!!

Ah, além disso, o inesperado e inacreditível encontro de duas chicas, digo, de duas Chiquinhas! Sandra Marah (a da dublagem clássica, Programa Chespirito da CNT e Maria Antonieta em Sueños y Caramelos) e Cecília Lemes (lotes de 1988 e 1992 do clássico, Clube do Chaves e Maria Antonieta em todos os episódios de Chapolin que não foram cancelados) estarão cara a cara (sem Marília GabriHerpes) pra você phinalmente aprender e perceber a diferença – eu sei quem é quem, mas tem gente que não consegue distinguir.  É o conphronto do “A-B-C-D-E-ZZZ” contra o “Uéé uéé uéé”!

Más uma promocción do inenarrável Fã-Clube-Chespirito-Brasil!
Mais informaçãs aqui!

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Quem gosta das velhas é o SBT

novembro 17, 2009 · 2 Comentários

Agora  no SBT está passando o famoso episódio onde Chaves e Quico aprendem a tocar violão e ficam cantando “Quero ver, outra vez, seus olhinhos de noite serena” – versos que até quem não é fã da série já conhece.
Só que eu não sabia que esse episódio também foi dublado duas vezes.

Houveram alguns casos de episódios que infelizmente foram re-enviados para dublagem em 1998 e 1992. Uns poucos quando Sandra Marah foi pra Itália e foi substituída por Cecília Lemes, e outros por, sei lá, erros ou desorganização mesmo. Houve, inclusive, um episódio que foi dublado TRÊS vezes. Perda de tempo total. Se nada fosse repetido, acho que teríamos mais uns 15 episódios inéditos de Chaves dublados por Marcelo Gastaldi – a voz “clássica” de Chaves – e equipe.

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2009: Eres não estão mais tão ferizes

outubro 14, 2009 · 1 Comentário

Tentando agitar um pouco o menos visitado dos meus blogs, voltando no assunto que pra mim mais rendeu. E que, possivelmente, merecia até um blog só pra isso… mas aí falta assunto para tanto, afinal só vi um Shin Chan por aí, um Ranma de vez em quando, DBZ quando mudo de canal e está na TV Globinho , não sou um gerador de assunto pra isso, ao contrário do tema desenhos e personagens, abordado no blog Personagens & Cia.

Escrevi em 2007, se não me phalha a memória, um post chamado Eres São Ferizes. Era um olhar de um fã de séries CH para o mega-organizado, gigantesco e pontocom mundo dos fãs de Anime e Mangá, os otakus e otomes – assumidos ou que rejeitem esse título.

E em 2009, alguns motivos para a ‘fericidade’ estão meio mais pra lá do que pra cá. O Cosplay Brasil sofreu diversos baques e está se desphazendo a olhos vistos, e do portal legal que era, tornou-se um simples fórum. Não tiram mais fotos em eventos. That’s a feather. Procurando pelos concorrentes, descubro que o Otaku Riders sucumbiu. O único que está na contramão dessa tendência é o Cosplayers.net, que vendeu a almdigo, se associou à MTV e está em plena atividade. Interessante, a MTV pagando de boazinha, agora?…
E outra iniciativa Dharma, digo, da Yamato (o CB começou como um site dessa empresa), também está meio baqueada, o OhaYo! parou de postar notícias – uma das últimas foi a compra da Marvel pela Disney. Mãns este jura que vai voltar!

Enfim, não é um panorama muito inspirador, mas, estou trabalhando ainda no Tinha que ser o Chaves, que passará a ser em tableless design e com um menu flutuante, que será o mesmo em todas as páginas, facilitando a navegação no site. Só que são MUITAS páginas as do T!, por isso a trabalheira do caramba.
Mas coisas importantes já foram escritas. Por exemplo, antigamente dava a impressão que o primeiro trabalho de Marcelo Gastaldi foi dublar o médico que disse à sua mãe: “Parabéns, é um menino!”…  Calmaê. Agora sabemos que Gastaldi começou a ser dublador aos 15 anos de idade, na AIC São Paulo – que, entre outras peculiaridades, tinha vários estúdios simultâneos, um tradutor genial chamado Hélio Porto, e chegava a funcionar 24 horas por dia, haviam dubladores que passavam a morar nas casas vizinhas do imóvel na rua Tibério só pra trabalhar lá.
(Porca la miséria, peguei ônibus durante 8 meses naquele bairro, e o ônibus vira à esquerda pra uma praça, antes de passar na frente da BKS…)
[EDIT: Isso daria uma bela de uma história, mas o ônibus passa na rua Crasso, não na rua Tibério, antes de virar na praça Cornélia. Bom, pelo menos já sei que ônibus pegar caso algum dia eu seja ator profissional.]
Houve até o caso de um programa que foi dublado 2 horas antes de ir ao ar… Mas foi na AIC que Gastaldi adquiriu sua extrema habilidade de pegar as coisas logo de cara – e isso fazendo aquela dublagem ‘coletiva’ como a Herbert Richers fazia até os anos 90, como é reproduzida no filme Dias Melhores Virão.

Também precisamos reescrever à respeito dos boxes da Amazonas Filmes, um projeto que acaba de ser concluído, com o lançamento do Box 8. Uma coisa que já está escrita é um “quem é quem” melhor dos dubladores não-clássicos das séries, uma tarepha pela qual agradeço desde já a TV Capricórnio, que me deu umas dicas bacanas de quem eram alguns deles.

Queria muito fazer um site ponto com, como todos esses aí fizeram, mas se algum dia isso acontecer, é provável que o carro-chefe do site seja outro dos meus projetos, desses que você já conhece. E por estas bandas latino-americanas, bola pra friente, Brahill!… Ou melhor, ボラプラフレンテ、ブラジル!

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Às vezes eles voltam! TV Capricórnio

outubro 1, 2009 · 1 Comentário

A TV Capricórnio está ensaiando uma volta, e estamos dando uma phorça pro pessoal. Assista: http://www.tvcapricornio.com.br.
Além de, por enquanto, 1 programa atual, veja as edições antigas de Versão Brasileira, com vários dubladores que o pessoal que curte o trabalho deles sempre quis conhecer, e Papo com o Machado – incluindo uma entrevista DUCA com Adriel de Almeida, que fazia o Jaspion naqueles shows ao vivo (Nelson Machado escreveu o roteiro do primeiro deles!) E, de curiosidade, alguns curta-metragens (sérios, mas interessantes) e videoclipes produzidos pela TV Capricórnio.
Então, veeeja! http://www.tvcapricornio.com.br.

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Detalhes do Chaves…

julho 30, 2009 · Deixe um comentário

Primeiro aqui no blog, direto de um computador secundário, porquê nosso computador principal está com os rins que nem os do Seu Madruga.
- Em 1975, Chiquinha sabia cozinhar frangos – e o que é pior, in natura e vivos!! Já em 1979 o máximo de culinária que ela sabia era ferver o leite…
- E no atualmente sem-tela Chapolin Colorado, no episódio “O Mistério do Morto que Morreu” as velas do caixão usado no episódio aparecem, ora acesas, ora apagadas, sem explicação.
Vela é uma coisa desgraçada pra televisão: assim como cigarros, elas podem funcionar como um cronômetro, denunciando que cenas foram gravadas antes ou depois de outras, assim como em um episódio dos Simpsons onde Homer vem se defender, em um talk show, de uma acusação de assédio sexual. O talk show edita e distorce completamente a fala de Homer, mas a maneira que a série mostra isso é de chorar de rir, o apresentador é “atacado” por uma imagem em pause de Homer, e pra deixar isso bem claro, há um relógio atrás de Homer que denuncia as edições em sua fala.

Estava em progresso uma conversão do site Tinha que ser o Chaves para tableless design, mas o processo foi bruscamente interrompido ontem, quando uma falha de causas ainda desconhecidas (desconfio de oscilações de energia elétrica durante a hibernação do computador) corrompeu o diretório system do Windows, fazendo o computador não ter mais nem mesmo o modo de segurança.
Já já tentaremos restaurar o Windows – original, diga-se de passagem, e espero que dê certo, porquê o computador já foi reformatado 5 vezes desde 2003, e não gostaria de fazer isso mais uma vez com os mesmos HDs.

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