Arquivo da categoria: íntimo e pessoal

Cadê você, seu energúmeno hijo de la madre?

Ladies and gentlemen. SE EU NÃO PERDI O SITE, peço só um pouco de paciência A MAIS além de toda aquela que vocês já estavam tendo!

Desde janeiro de 2010 estou de computador novo – o que não é necessariamente uma boa notícia. Esse computador, Positivo, é lacrado. Isto é: eu não posso sair abrindo ele e instalando os HDs antigos – mesmo porquê, só cabe mais um. E nem sabemos se esse mais um é IDE !
O computador antigo deu pau no processador, depois de uma atribulada trajetória que vinha desde 2003, e depois de 6 reinstalações do Windows. Ah: pode até parecer, mas eu não comprei computador novo antes porquê eu não podia mesmo!

Para resgatar os dados dos HDs antigos, entre os quais estava a versão tableless do Tinha que ser o Chaves, eu precisaria comprar um gabinete de hard disk, um acessório que você monta com um HD dentro e faz ele virar um HD portátil, ligando na USB – USB 2.0, aliás, finalmente.
O gabinete não é caro – cerca de 60 reais. O incrível, absurdo e inusitado dessa situação é que por uma sequência de casualidades totalmente prosaicas, Ridículas (com R maiúsculo) e profundamente pessoais, há mais de 1 mês estou esperando a oportunidade de sair de casa e comprar esse troço. Não posso explicar melhor porquê aí eu iria expor a minha vida pessoal – mais do que eu já faço. Mas é revoltante, porquê era pra eu ter comprado isso na última semana de dezembro e vocês nem perceberem nada.

Já tenho condições de criar sites… mas a partir do zero, e subir eles para prováveis hospedadores para os quais eu quiser me inscrever a partir de agora, e não é essa a minha intenção! Quero atualizar o Tinha que ser o Chaves e o desacreditado Igor C. Barros Cartoons (que foi divulgado até pelo Nelson Machado, na TV Capricórnio! Pensei que ele ia divulgar o T!…)

Tem uma única notícia boa no meio disso tudo. O computador novo é um PCTV, e com isso, volta a ser possível a captura de imagens da série – mesmo em VHS – que era um dos pontos fortes do Tinha que ser o Chaves. Iria postar imagens de um episódio que está sendo exibido AGORA pelo SBT para vocês acreditarem em mim (a minha credibilidade não é das melhores, eu sei), mas a WordPress, estranhamente, está dando erro. WordPress, cês já foram melhores nisso…

Portanto, era o que queríamos-lhes dizer-lhes. Qualquer novidade bombástica, ou frases que não tem nada a ver, você pode acompanhar pelo Twitter http://www.twitter.com/igorcbarros.

Sobre o “traidor do FUCH”

Atenção, usuários do FUCH
Como muitos que me conhecem já sabem, é provável que vocês ainda não saibam disso.

O computador que eu uso para criar os sites não está comigo há praticamente um mês, está no local onde eu trabalho, porquê um computador de lá, de utilidade fundamental para aquele lugar, “deu chabu”, teve um defeito gravíssimo (precisará trocar a placa mãe, pra vocês terem noção), e o meu computador pessoal, por inciativa minha (acertada ou não, só o tempo dirá), está no lugar daquele.

Por esse motivo, e apenas por isso, não pude fazer algo que eu decidi que vou fazer ao ler as últimas notícias sobre o FUCH, que é tirar um dos sites CH da seção de links do Tinha que ser o Chaves. Algo que muitos webmasters já fizeram! Ah, e só de sacanárre, linkar o site e o fórum Turma do Chaves (TDC), um site que não é mais malvisto pelo meio CH, e só no meu site a situação deles ainda estava assim, o pessoal de lá até se solidarizou com o FUCH.

Lamento não poder contribuir na arrecadação que precisa ser feita. Devido a uma série de fatores particulares, excepcionalmente este mês, o meu salário acabou antes do dia 15! Gostaria realmente de poder ajudá-los, já que o FUCH faz parte da minha história na Internet, no qual estive antes mesmo da fusão de fóruns CH que originou seu formato atual, se não me falha a memória, no fórum do site do Cleotais.
Fico P DA VIDA, porquê poderia pagar bem mais que a média do que as pessoas estão contribuindo, e logo agora não posso!!!

Por isso, você que faz parte do FUCH, ajude o Fórum Único Chespirito a não sair do ar. Parece texto de programa de TV evangélico, mas a situação é exatamente essa. Acesse http://www.forumch.com.br para maiores informações.

São Paulo: Mercado imobiliário está no cio, de chico e naqueles dias
Há mais ou menos 1 ano, a Folha de São Paulo transborda de anúncios de prédios. É prédio até dizer chega. Sei lá daonde vão tirar água, gas, energia elétrica e combustível pra tanta gente.
Frequentemente você sente que eles incomodam, quando as três últimas páginas são de anúncios do mercado imobiliário, não de notícias. E que notícias poderiam ser…
… mas voltando à realidade real, os anúncios do mercado imobiliário agora também estão invadindo a TV. E não há Marabraz ou Casas Bahia capaz de deter essa invasão – que conta desde os primeiros comerciais com “atores globais” (aqueles, que ao contrário dos “atores recordais” podem estar em todas as emissoras…).
O pior é que todos os prédios são o que se chamava há 15 anos de “prédios de luxo”: não há um sequer sem uma piscina ou quadra de esportes. Se você achar um sem um dos dois construído de 1992 pra frente, é um fenômeno: eu mesmo moro há 11 anos em um prédio saphra 1991 que tem uma piscina, na qual eu nunca estive! E talvez nunca pudesse estar, acho que eu seria reprovado no exame médico do Wet’n’Wild… Bem, são tantos já assim, que já há quem queira ir além, como se estivéssemos na Bélgica: misteriosos anúncios na contracapa da Revista da Folha mostravam uma porta com os mais avançados sistemas de segurança – a porta tinha sua própria campainha, que era chamada de ringtone! O anúncio, inclusive, era da W/Brasil! Ah, quem me dera se fosse uma porta. Na realidade, o comercial se refere a 5 prédios de alto padrão construídos em vários locais da cidade – o Max Haus – nos quais a planta é totalmente definida via Internet pelos proprietários.

Perto da minha casa, podem se ver ao horizonte, olhando para todas as direções, 5 prédios sendo construídos. Três deles eu peguei raiva, porquê eles taparam a vista mais bonita que eu tinha daqui, agora eu vou ter que ficar sonhando em morar em Manhattan.
E pelo visto, o caso Encol – que curiosamente, construiu o prédio onde moro – faz parte do passado. Todas as empresas que “semeiam” prédios à granel pela cidade não dão o menor sinal de abalos em sua saúde financeira. Quem dera se outros meios, como emissoras de televisão não-globais e distribuidoras de vídeo fossem assim.
Com tudo isso, não admira que 3 horas da tarde – horário no qual, supostamente, todos já foram para o trabalho – já seja horário de congestionamentos na cidade. Uma “cidade limpa” por fora, mas por dentro, um pão bolorento.

Cadeiras

Parafraseando Dorival Caymmi, “eu não tenho onde sentar…”
Talvez esteja aí um problema que está afetando sériamente a minha produtividade. Infelizmente, devido to the reduced verb, no meu computador eu uso uma cadeira bem inadequada para essa atividade, deslocada da cozinha… A cadeira é de fibra de vidro, e de uma empresa líder de mercado, a Emplarel, cujo maior trunfo é ser a fornecedora de cadeiras do McDonald’s. E está aí o problema. A menos que você seja um glutão de marca maior que está fazendo um teste “quanto eu posso comprar no Mac com 500 reais” ou precise esperar alguém lá dentro (duvido que eles deixem), você nunca precisará ficar lá dentro por 5, 6 horas, como eu preciso em atividades como a vetorização de certos desenhos e a podrução musical (se bem que depois que eu conheci a música “Boneca de Plástico” do DJ Garotinhu, comecei a valorizar as minhas… A phaixa é uma gentileza de Universo Pânico.)

Aí cês me perguntam: como é que você escreve tanto nos blogs e faz tão pouco em matéria de sites e vídeo? É que boa parte das postagens partem do meu çervisso, uma sala com ar condicionado e cadeiras de escritório, com rodinhas… como as que eu tinha em 1996, quando mudei para o lugar onde estou hoje. Só que naquela época eu não tinha computador, e Internet, muito menos.

E eu só queria saber como Jô Soares não tem esse problema. Segundo contou a jornalista Adriana Bak na AllTV, certa vez, quando ela ainda trabalhava em mídia impressa, ela precisou cobrir o lançamento de um livro de Jô Soares, que aconteceu na residência do mesmo, e ela enfrentou uma série de problemas com seu notebook, que não funcionava, e o horário de fechamento da matéria estava quase estourando. Os problemas se estenderam a ponto de Adriana continuar no local enquanto os outros jornalistas tinham ido embora, e em uma situação vexatória, sentada no chão, tentando usar o notebook com a fonte de alimentação ligada em uma tomada da casa do escritor. Jô, com toda a calma do mundo, levou Adriana para o local onde ele escreve seus textos, em um lugar confortabilíssimo e com um computador de primeira – e com uma (ahá) cadeira de escritório daquelas!! Daquelas que eu deveria ter por aqui, capisci? E foi de lá que Adriana mandou o texto para o jornal, via E-Mail. Antes disso, Jô ligou para o chefe dela no telefone falando pra ele esperar só mais uns 5 minutinhos, “a moça tá quase enfartando”, disse ele, “não quero ser responsável por uma tragédia”… (não me lembro bem o que ela disse, mas foi mais ou menos isso).

Ainda consigo uma cadeira de escritório decente de novo. As de 1996 quebraram, porquê eram de um modelo inadequado pra gente: sem coluna atrás, com o encosto preso nos próprios braços…

PS: Alguém se lembra que nos anos 80, as eleições seriam hoje?! É verdade, me lembro da cidade tomada por panfletos de Orestes Quércia, Antônio Ermírio, Paulo Maluf, João Leiva… Bons tempos! Atualmente, as eleições são no primeiro domingo de outubro.

Caso resolvido (2007)

E ao contrário de Tancredo Neves…
Informamos aos nossos amigos, clientes e fornecedores, que o nosso computador principal já goza (há, há, há) de perfeita saúde, só faltando instalar os programas de desenvolvimento de sites e o programa de FTP para que Tinha que ser o Chaves e os demais sites possam retomar suas atvidades.
Obrigado pelo apoio – afinal, quem cala, consente. Muchas gracias.

Mas não reclamem de falta de atualizações: agora, estas se deverão a outros fatores, como o meu serviço, que está ficando hardcore pra cima de mim.