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Festival da Boa Vizinhança II vem aí… mas Vivar e Villagrán já estão aqui!

Edgar Vivar e Carlos Villagrán já estão no Brasil. Villagrán assistiu a partida do São Paulo pela Libertadores e até vestiu a camisa do time, a de Rogério Ceni, sendo ovacionado pela torcida tricolor. APRENDE AÍ, PARREIRA!
A Desciclopédia deitou e rolou, afinal eles consideram Kiko como um dos pioneiros do movimento Emo. Villagrán também esteve em uma churrascaria, segundo o Twitter do Fã-Clube, a melhor de São Paulo. Ê laiá, como diria o dublador deste.

E Edgar Vivar hoje deu a sua segunda entrevista para a TV brasileira, e ao vivo. E no SBT mesmo, não no Bixiga.
No Programa do Ratinho, o Fã-Clube Chespirito Brasil ocupou parte da plateia. Edgar surpreendeu pela magreza, ele perdeu mais de 80 quilos e agora é mais magro do que eu, tá com dois dígitos! E ele conheceu seu novo dublador, Gustavo Berriel (na verdade é metade da história, o Sr. Barriga também foi dublado por Gilberto Barolli.) Eles até dublaram um bordão em tempo real.

Uma coisa positiva foram os vídeos que o SBT preparou. O pessoal caprichou na edição, mostrando inclusive cenas desconhecidas dos programas de Chespirito feitos antes de Chaves existir, e até mesmo cenas dos filmes, como El Chanfle (Será que Marcelo Gastaldi conseguiu inventar um nome pra ele?…) e Charrito. E não errram uma. Só disseram uma informação controversa, de que Chiquinha não era filha do Seu Madruga. É que essa possibilidade não é de todo absurda, porquê fãs descobriram que Maria Antonieta de las Nieves interpretou em 1970 ou 1971, antes de Chaves ser criado, uma outra personagem que também se chamava Chilindrina, só que usava um vestido rosa e parecia, digamos, uma garota mais velha, pré-adolescente. Sei lá, pra saber essa tem que ser fã hardcore do negócio mesmo.

Edgar se emocionou com as cenas de antigamente – pelo visto ele não as vê tão frequentemente quanto nós, que assistimos ao SBT – e claro, se emocionou, ao falar do amigo Ramón Valdés. Mas ele não estava sozinho: muitos, na plateia, também se emocionaram, gente de dentro do meio CH (como uma cosplayer da Chiquinha que esteve no Chilango em 2009) e de fora também.

No último bloco, surpresa: Vivar aparece à caráter, de bigode, terno e gravata. “É a primeira vez que eu chego aqui e não sou recebido com uma pancada!”, ele disse (em versão brasileira Zérobert Ríxers). Só que deu a impressão que o departamento de figurinos do SBT pensou nele em 1979, não nele agora, pelo visto o terno era do sr. Jacinto Madruga… O cabelo tudo bem, porquê ele já chegou a interpretar o Sr. Barriga careca, nos anos 80.

E depois de ter feito participações em Hollywood, falando inglês, Vivar vai voltar às novelas, sob a direção de Roberto Gómez Fernandez, o filho do Chespirito. (Fernandez deve ser “SILVA” no México, pelo visto, e é quase o sobrenome do meu patrão, que não é mexicano.)

Ratinho também faz um agradecimento revelador e surpreendente: à equipe de cenografia do SBT, que transformou o palco de seu programa na Vila do Chaves. Ele diz que eles atendem tudo o que ele pede, fazem tudo direitinho para ele como se fosse para o Silvio Santos.
É, mais ou menos, rapeize, tá mais para o terceiro pátio. O barril do SBT já foi frequentado por aquele boneco do programa da Jackeline Petkovic. Jááá no evento FBV2 eles vão fazer uma réplica da vila, que essa eu não quero perder mesmo.
Mas isso é interessante porquê mostra a capacidade ociosa do SBT. Às vezes dá a impressão de que o SBT só não é o número 1 do Brasil porquê eles não querem, sei lá.

Ratinho também deixou uma interessante possibilidade no ar: entrevistar o “Seu Barriga da Vida Real”, digo, digo… Rubén Aguirre (sacanárre, um parente meu tomou cortisona, que nem o Rubén, e aí eu entendi o que se passa com ele. E a dona Consuelo Aguirre perdeu a perna naquele acidente de carro… essa eu não sabia. 😦 )
O que é interessante, porquê Rubén nunca foi entrevistado por programas de TV brasileiros, a não ser uma breve participação como Sargento Refúgio (personagem então desconhecido) no Viva a Noite, com Gugu Liberato. Podem rolar altas revelações (sem referência aos presentes!)

Este FBV2 não está se candidatando à presidência, mas promete! Nesta sexta feira, então, o programa do Ratinho recebe Carlos Villagrán e, de quebra, Nelson Machado. No lo piêrdas!

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Fomos no Chilango com o Polegar Vermelho em 2009. Vej… digo, por enquanto, leia o que rolou.

Cheguei as 10 da manhã, todo parapetado com os equipamentos de som. Um dos microfones que foi usado no evento “ERA MÊ-Ô!”, o mesmo da Rádio Salt Cover. Ainda bem que eu trouxe, senão só ia ter um…
Por pouco não perco o humor com a trilha sonora desses momentos até o meio dia: a rádio Nativa FM, com sertanejo e pagode. Eu até curto um ou dois de cada, mas é tudo coisa que eu não conheço, e com uma estranha preferência por shows ao vivo onde a galera canta metade da música ou mais no lugar dos cantores. Mas este post é sobre eventos CH, cáspita!  A galera demora um pouco pra aparecer, mas aos poucos já vão surgindo os convidados e os cosplayers que fazem parte do Fã-Clube Chespirito Brasil, como Frazão, Manfredini e seus blue caps.

Episódios passam no telão. De poprósito, nenhum deles “normal” no SBT, a não ser as partes que são exibidas do Alfaiate Valente do Chapolin. Só que só lá vimos a terceira parte. E tudo coalhado de músicas, que… pô, podiam ser legendadas, pelo menos, assim como as daqueles seriados da Disney, quando eles eram no SBT. Mas não são ruins, não, nessa o Chespirito mandou bem.

A imprensa esteve lá! O UOL tirou fotos, inclusive em plena rua (queria eu ter essa cara-de-pau pra fazer vídeos), o R7 também mandou representantes (me deu uns calos frios), o SBT Brasil esteve lá (aliás, gente phiníssima, até deixou uns fãs CH tirarem fotos com o microfone do SBT), mas quem PAROU O TRÂNSITO foi o trio parada dura do Pânico na TV: Sabrina, Alfinete e Zina.

Chaves, e brilha muito no SBT
Já havia notado a van da RedeTV! estacionada em uma rua próxima. Me perguntava quem estaria ali. Depois eu me lembrei que Zina parecia gostar muito das séries CH, ele já mandou salve pro Seu Madruga, sem ter nada a ver com a matéria.

Na verdade, Alfinete foi quem saiu antes de todo mundo, provavelmente para sondar o ambiente. Reconheci ele logo de cara – bom, com o seu novo personagem Cabritto Jr. isso não é difícil. Quem diria, logo ele que em 2008 era o grande mistério do Pânicast, do Universo Pânico, ali a poucos metros de nóis, ténica.
Foi demorando, mas eles começaram a gravar do outro lado da rua, já juntando uma multidão, boa parte dela saída do nosso evento. E eles começaram a se aproximar. Alfinete destacou a placa “En esta besida están proividos los hanimales y los niños chiquitos”. E não é que ele sabia para que servia essa placa?… Eu estava a menos de 1 metro deles, do lado de dentro, gravando com a nossa DCR-TRV110 vieja de guerra.
Eles entram. E o calor, e a multidão superaram de longe a primeira palestra de dubladores CH da história, em 2005, no colégio Maria Imaculada.

Seguranças, à serviço da RedeTV!, deixam a galera um pouco longe – talvez, para quem assista, o evento pareça meio “vazio”, sei lá, mas tinha A GALERA, uma mini-torcida do Flamengo , do outro lado. Pelo menos eles não se importaram com a minha gravação – também, tinha um monte de celulares fazendo o mesmo… Noto que eles gravam bem rápido as matérias! Na verdade, parece que Zina improvisa e Alfinete e Sabrina correm atrás, sei lá, é o que parece. Logo eles sobem ao segundo andar do Chilango e interagem com Frazão (Prof. Girafales Cover) e Manfredini (Chaves Cover).Quase flagro Zina jogando a “bola do Quico” no andar de baixo, felizmente era uma bola levíssima e só assustou pelo inesperado da situação.
Desço. Pouco tempo depois, Zina vai ao banheiro e passa por mim sem me perceber, apenas gritando: “Não quero falar com ninguém!” Noto alguns olhares surpresos. Eu, estranhamente, estava preparado para aquilo, porquê tinha em mente a matéria em que o programa prestou solidariedade ao Zina após ele ter sido preso, e sabia que Zina era mais ou menos assim. Mas eu tremi uns 2 graus na escala Richter nas bases, afinal o sujeito que disse isso era mais alto do que eu (sendo que 75% da população brasileira é mais baixa do que eu, ainda explicarei esse assunto).
A matéria acaba repentinamente. Nem percebi que eles tinham gravado um final. Talvez o calor (por causa da multidão) não tenha agradado ao mais famoso morador da Xurupita, mas o que eu mais desconfio é que Zina estivesse desconfortável por ter “pulado” um cigarro, que ele quase acendeu em pleno restaurante, com lei antifumo e tudo. Enfim, pareceu que tinha passado um furacão no evento. Depois que a poeira abaixa, Sabrina tira algumas fotos com os fãs, e Alfinete compra uma camiseta da Punch. O repórter do SBT Brasil ficou ligeiramente “avulso”, como eles dizem…
Assista, enfim, a matéria que foi exibida no Pânico na TV em 20 de dezembro. Eu apareço de relance, olhando pra baixo, no visor da cãmera. E percebo que gravei algumas cenas inéditas?!… Êita!

Um ponto extremamente positivo é que a matéria do Pãnico na TV abordou o fato, geralmente ignorado nas matérias SBTísticas, de que o SBT reprisa alguns poucos episódios, quando poderia estar exibindo muito mais deles, são os chamados episódios perdidos. Um dos mais lembrados, por exemplo, é o episódio no qual Quico engole um radinho de pilha. Não, você não está louco: quem está é o SBT, de manter isso engavetado.  Saiba tudo sobre este assunto em Volta Perdidos CH.

Energia que dá gosto.
Eu estava me acabando em suor, mas dois péquenos gárotos, que vieram de Peterete e Chómpiras não saiam dos personagens mas nem a pau. Esses aí vão ser grandes cosplayers no futuro… (E são fãs mesmo, porquê pra você ver esses personagens em ação, só em DVD, os episódios com eles são perdidaços!) Eu sou péssimo nisso, tem gravações que eu estou imitando vozes e a imitação se desfaz no meio. E eles imitavam muito bem os tapas que faziam Chómpiras inspirar um tal de Michael Jackson. Estes acabaram também aparecendo nas fotos do UOL.

E depois de muita espera, finalmente começa a palestra mais esperada, com os dubladores Gustavo Berriel (é de casa, mas esse dubla, e na Herbert Richers!), Cecília Lemes, Sandra Marah (as duas dubladoras da Chiquinha, pela primeira vez simultaneamente ao mesmo tempo, como provavelmente diria o Seu Madruga!), Osmiro Campos (dublador do Prof. Girafales e estreante total em eventos) e Silton Cardoso (o Godines). Infelizmente enfrento alguns problemas com a câmera e não faço as perguntas que gostaria de fazer. Mas parece que a galera se amarrou e recuperamos-nos completamente do furacão Zina.
Cumprimento Osmiro e Silton depois (até disse uma frase que talvez nem eles mais entendam: “Versão, Maga!”…) e, pena que não tive a cara de pau que teve um dos que pediram autógrafos, que gravou Cecília e Osmiro dizendo a enigmática frase “Qual é o poder de luta do Kakarotto?” (Mas eu por acaso descobri do que se trata, é um trecho de Dragon Ball Z onde há uma frase polêmica. A resposta desta frase em japonês, português, etc. é “Mais de oito mil!”, mas isso foi traduzido em inglês como “mais de nove mil”, em um curioso caso de versão americana. Veja aqui como a Desciclopédia trata o assunto.)
Ao contrário do primeiro Festival da Boa Vizinhança (em um distante 2005) eu não estava mais tão phaminto, mas cansado pra caramba. E, contrariando a tradição besta é a sirene da ambulância daqui de casa, estiquei a permanência, conversei um pouco mais com o pessoal do Fã-Clube. E, okay okay: Há uma expectativa a respeito de que haja um segundo Festival da Boa Vizinhança vindo aí.  Vamos torcer, como se fosse pra Copa. Este foi mais um evento CH. E que venham os próximos, com Pânico e tudo!

Ah, porquê este assunto só saiu agora? Estive trabalhando Zenon Barriga Y pesadamente todo este final de ano, incluindo o próximo dia 3 de janeiro. Escrevo este texto dia 1º de janeiro, porquê é feriado, se não fosse…

Insurgentes, semáforos, e outros plurais

Em uma das aulas, na versão original, o professor Girafales pergunta: Qual foi o principal adversário dos insurgentes? Nhonho responde: Os semáforos!

Bem, desde 2005, não é mais. A Insurgentes é uma das principais avenidas da Cidade do México, onde foi implantado um sistema de transporte coletivo, o Metrobús… baseado no Ligeirinho de Curitiba. Que, a princípio, parece ter resolvido alguns problemas de trânsito. O Metrobús foi adotado por custar menos do que o metrô (“O Metro, que tem o tamanho de um trem!”) – e olha que o metrô mexicano é um dos maiores do mundo, mesmo tendo começado a ser construído na mesma época que o metrô de São Paulo – cidade que, a princípio, não tem terremotos.
Olhando o mapa atual, com 11 linhas – e a 12 vem aí, dá pra ter uma ideia.
(Santa Internet, Batman: compare com o nosso, que tem o jabaculê de que metade das linhas daqui são de trem – “TÊ, ERRE, Ê, I, EIM, TREM!!” – e pelo menos duas das novas linhas vão ser de outro tipo de transporte, como monotrilhos.)

Se bem que, custar menos, sei lá, o bilhete de metrô é 2 pesos, e o de Metrobús, 15!… Deve ser bão pra caramba esse Metrobús, hein?

Quem gosta das velhas é o SBT

Agora  no SBT está passando o famoso episódio onde Chaves e Quico aprendem a tocar violão e ficam cantando “Quero ver, outra vez, seus olhinhos de noite serena” – versos que até quem não é fã da série já conhece.
Só que eu não sabia que esse episódio também foi dublado duas vezes.

Houveram alguns casos de episódios que infelizmente foram re-enviados para dublagem em 1998 e 1992. Uns poucos quando Sandra Marah foi pra Itália e foi substituída por Cecília Lemes, e outros por, sei lá, erros ou desorganização mesmo. Houve, inclusive, um episódio que foi dublado TRÊS vezes. Perda de tempo total. Se nada fosse repetido, acho que teríamos mais uns 15 episódios inéditos de Chaves dublados por Marcelo Gastaldi – a voz “clássica” de Chaves – e equipe.

Detalhes do Chaves…

Primeiro aqui no blog, direto de um computador secundário, porquê nosso computador principal está com os rins que nem os do Seu Madruga.
– Em 1975, Chiquinha sabia cozinhar frangos – e o que é pior, in natura e vivos!! Já em 1979 o máximo de culinária que ela sabia era ferver o leite…
– E no atualmente sem-tela Chapolin Colorado, no episódio “O Mistério do Morto que Morreu” as velas do caixão usado no episódio aparecem, ora acesas, ora apagadas, sem explicação.
Vela é uma coisa desgraçada pra televisão: assim como cigarros, elas podem funcionar como um cronômetro, denunciando que cenas foram gravadas antes ou depois de outras, assim como em um episódio dos Simpsons onde Homer vem se defender, em um talk show, de uma acusação de assédio sexual. O talk show edita e distorce completamente a fala de Homer, mas a maneira que a série mostra isso é de chorar de rir, o apresentador é “atacado” por uma imagem em pause de Homer, e pra deixar isso bem claro, há um relógio atrás de Homer que denuncia as edições em sua fala.

Estava em progresso uma conversão do site Tinha que ser o Chaves para tableless design, mas o processo foi bruscamente interrompido ontem, quando uma falha de causas ainda desconhecidas (desconfio de oscilações de energia elétrica durante a hibernação do computador) corrompeu o diretório system do Windows, fazendo o computador não ter mais nem mesmo o modo de segurança.
Já já tentaremos restaurar o Windows – original, diga-se de passagem, e espero que dê certo, porquê o computador já foi reformatado 5 vezes desde 2003, e não gostaria de fazer isso mais uma vez com os mesmos HDs.

O fechamento da RCTV (2007), emissora onde Carlos Villagrán fez suas séries na Venezuela

A RCTV – Radio Caracas Television foi fechada pelo governo Hugo Chávez, e foi substituída no dial pela Teves (não confunda, aqui estamos na Venezuela, norte da América do Sul), mais um “selo” da televisão do governo. A emissora é acusada de tentar um golpe de estado para tirar HC do governo. Essa parte eu nunca sei se é exagero dos esquerdistas daqui ou se foi verdade mesmo, tipo a influência da Globo em favor de Collor em 1989. Também, isso que dá não assistir televisão em outros países da América Latina…

Nos anos 80, essa emissora foi quem produziu alguns dos seriados de Carlos Villagrán que foram exibidos pela Band, como “Kiko Botones”, “Kiko, el Niño de Papel”, etc. As séries são comercializadas pela empresa Coral International, que pertence à agora phinada RCTV.

Brincadeira de Internet vira DVD… que também não é sério

MENINOS, EU VI !!!
O MAIS NOVO LANÇAMENTO DA “ACRE FILMES”…

Estive hoje no Mercado da Lapa, e na passagem que fica entre o terminal de ônibus e o mercado, ambulantes vendiam DVDs piratas, como sempre phizeram. Ok. O caso é que um dos títulos me chamou a atenção: Chaves Maconheiro! A capa é uma das dos boxes da Amaxonas, mas mostrando o Chaves de cavanhaque, tentando remeter à Bob Marley (tentando, pra associar o Chaves da capa à Bob Marley é preciso estar mais ou menos como este último… ou como Maria Alice Vergueiro, no campeão de audiência do YouTube.)
Aparentemente, com as redublagens que, queiramos ou não, phazem sucesso na Internet. Algumas das postagens no YouTube tem mais de 500.000 visualizações. Na verdade, são muitos vídeos semelhantes, porquê eles vêm da era pré-Youtube, quando a onda maior do momento era o Rapidshare (2004, 2005), e as pessoas baixavam vídeos do Rapidshare ou de um site hospedado nos raríssimos web hosters que permitiam isso (Kit.net ou Terra, ambos exclusivos para assinantes dos respectivos provedores.)
Só quero ver qual a reação dos caras que redublaram o Chaves naquela época ao verem que o produto deles já é vendido no mercado pirata!! Te cuidem, Amazonas Filmes e Studio Gabia!…