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A vida imita as séries CH. Ou quase…

A história apareceu no Fantástico e no RJTV (veja aqui). Um traficante apontado como chefe do tráfico na Rocinha tentou forjar a própria morte, com um documento falso e um enterro – sabe-se lá de quem já estava sendo preparado. O motivo seriam planos da polícia de implantar na Rocinha mais uma Unidade de Polícia Pacificadora, e expulsar os traficantes de lá. Trata-se de uma proposta de policiamento mais próximo da comunidade, mais presente e preenchendo lacunas então ocupadas pelo tráfico – com direito a cursos profissionalizantes. Onde as UPPs chegam, os traficantes acabam saindo por não terem lá muita opção.
O comentarista do RJTV diz que é a primeira vez que ouve falar de um criminoso tentando se fazer de morto – normalmente tentativas como essas são feitas para dar golpes em seguro de vida.

Bem, como a gente sabe, Tripa Seca, em um episódio do saudoso Chapolin, tenta fazer o mesmo – e mais de uma vez! No episódio “O Mistério do Morto que Morreu” e no episódio engavetado, exibido em 2007, do boneco de cera.

Encerramos este texto com uma boa notícia. O site Tinha que ser o Chaves já está em condições de ser editado e atualizado. Estamos aguardando informações a respeito de outros sites como o Igor C. Barros Cartoons, que vocês nem fazem questão de saber que existem…

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Cadê você, seu energúmeno hijo de la madre?

Ladies and gentlemen. SE EU NÃO PERDI O SITE, peço só um pouco de paciência A MAIS além de toda aquela que vocês já estavam tendo!

Desde janeiro de 2010 estou de computador novo – o que não é necessariamente uma boa notícia. Esse computador, Positivo, é lacrado. Isto é: eu não posso sair abrindo ele e instalando os HDs antigos – mesmo porquê, só cabe mais um. E nem sabemos se esse mais um é IDE !
O computador antigo deu pau no processador, depois de uma atribulada trajetória que vinha desde 2003, e depois de 6 reinstalações do Windows. Ah: pode até parecer, mas eu não comprei computador novo antes porquê eu não podia mesmo!

Para resgatar os dados dos HDs antigos, entre os quais estava a versão tableless do Tinha que ser o Chaves, eu precisaria comprar um gabinete de hard disk, um acessório que você monta com um HD dentro e faz ele virar um HD portátil, ligando na USB – USB 2.0, aliás, finalmente.
O gabinete não é caro – cerca de 60 reais. O incrível, absurdo e inusitado dessa situação é que por uma sequência de casualidades totalmente prosaicas, Ridículas (com R maiúsculo) e profundamente pessoais, há mais de 1 mês estou esperando a oportunidade de sair de casa e comprar esse troço. Não posso explicar melhor porquê aí eu iria expor a minha vida pessoal – mais do que eu já faço. Mas é revoltante, porquê era pra eu ter comprado isso na última semana de dezembro e vocês nem perceberem nada.

Já tenho condições de criar sites… mas a partir do zero, e subir eles para prováveis hospedadores para os quais eu quiser me inscrever a partir de agora, e não é essa a minha intenção! Quero atualizar o Tinha que ser o Chaves e o desacreditado Igor C. Barros Cartoons (que foi divulgado até pelo Nelson Machado, na TV Capricórnio! Pensei que ele ia divulgar o T!…)

Tem uma única notícia boa no meio disso tudo. O computador novo é um PCTV, e com isso, volta a ser possível a captura de imagens da série – mesmo em VHS – que era um dos pontos fortes do Tinha que ser o Chaves. Iria postar imagens de um episódio que está sendo exibido AGORA pelo SBT para vocês acreditarem em mim (a minha credibilidade não é das melhores, eu sei), mas a WordPress, estranhamente, está dando erro. WordPress, cês já foram melhores nisso…

Portanto, era o que queríamos-lhes dizer-lhes. Qualquer novidade bombástica, ou frases que não tem nada a ver, você pode acompanhar pelo Twitter http://www.twitter.com/igorcbarros.